quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Schwarzenegger e Obama

Schwarzenegger pressiona Obama a mudar lei de emissão de gases veiculares

O governador do Estado americano da Califórnia, o republicano Arnold Schwarzenegger, mal esperou o novo presidente, Barack Obama, se acomodar à Casa Branca e já começou a sua pressão pela aprovação de uma lei de emissões de gases veiculares. Nesta quarta-feira (21), Schwarzenegger enviou uma carta a Obama pedindo permissão para aplicar, naquele Estado, novos --e rigorosos-- índices.

"Sua administração tem uma oportunidade única de apoiar tanto a iniciativa pioneira dos Estados interessados como de empurrar a América rumo à liderança global na questão climática", afirmou o governador na carta.

Schwarzenegger quer que a Agência de Proteção Ambiental mude uma resolução de 2007 feita no governo do colega republicano, o ex-presidente George W. Bush (2001-2008), que impede os Estados de determinar os próprios índices de tolerância de emissão de gases em carros novos, picapes e veículos utilitários. Para a administração Bush, os padrões só podiam ser determinados por uma resolução sobre eficiência de combustíveis, o que cabe à União.

Obama já afirmou que quer rever a resolução de Bush, e a promessa foi repetida na semana passada por servidores da Agência de Proteção Ambiental. Desde então, porém, a equipe de transição do governo democrata, o que coloca dúvidas sobre quanto tempo levará para que haja qualquer mudança naquela área.

Caso a mudança seja realizada, a Califórnia irá baixar os níveis determinados pelo governo federal no Ato do Ar Limpo, de 2005, para os determinados em uma lei estadual de 2002. A lei, que entraria em vigor neste ano de 2009, obriga montadoras a cortar as emissões em quase um terço até 2016.

Uma ótima opção de notícia sobre Obama se encontra no site da Folha de São Paulo. http://www1.folha.uol.com.br

E se você quiser saber alguma novidade a respeito das eleições americanas entre nesse endereço: http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua

Novidade: chamado Obama

A partir de agora, neste blog teremos notícias quase que diárias sobre o Obama e seus passos como novo presidente do Tio San. Pessoas não percam!!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Obama

O discurso da posse de Barak Obama Hussein. O primeiro presidente negro dos Estados Unidos, espero que Brasil em alguns anos segue o mesmo exemplo

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Será mesmo verdade?


Tenho minhas dúvidas, mas se estes resultados acontecem mesmo de maneira generalizantes em todos os lugares. Eu terei a certeza que as pessoas se vendem facilmente.

Homens considerados ricos por suas parceiras proporcionam mais prazer às mulheres durante relações sexuais, sugere uma pesquisa recém-publicada de dois cientistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha.

Segundo o estudo, a percepção da mulher do nível de riqueza do parceiro influencia sua capacidade de chegar ao orgasmo, e o prazer seria maior em relações mantidas com homens de maior renda.

Os autores da pesquisa acreditam que esse resultado seja condicionado por uma “adaptação evolucionária” que faria com que as mulheres instintivamente selecionassem seus parceiros de acordo com a sua percepção de qualidade

Para chegar a tal conclusão, os evolucionistas Thomas Pollet e Daniel Nettles usaram informações de uma pesquisa chinesa que contém a maior base de dados já coletada sobre estilo de vida, saúde e família.

Ela inclui informações pessoais e detalhes sobre a vida sexual de mais de 5 mil pessoas em várias partes da China, baseadas em entrevistas e questionários.

Dentre as 1.534 mulheres com maridos ou namorados que responderam à pesquisa, 121 delas disseram sempre ter orgasmos durante suas relações sexuais, 408 disseram ter orgasmos com freqüência, 762 tinham orgasmos “às vezes” e 243 raramente tinham orgasmos.

Esses resultados seguiriam um padrão semelhante ao verificado em países ocidentais, segundo os autores do estudo.

Entre os fatores identificados como influências na freqüência dos orgasmos relatada pelas mulheres, a riqueza do parceiro foi o mais determinante, segundo os pesquisadores.

"Função evolutiva"

“O resultado da pesquisa parece consistente com a idéia de que o orgasmo feminino evoluiu a partir de uma função evolutiva”, afirma o psicólogo Thomas Pollet, um dos autores do estudo, publicado na revista especializada Evolution and Human Behaviour.

“O orgasmo serve para selecionar entre os machos com base em sua qualidade. Assim, deve ser mais freqüente nas fêmeas unidas a machos de alta qualidade. Parceiros mais desejáveis levam as mulheres a ter mais orgasmos”, afirma Pollet.

Segundo Pollet, a influência do nível de renda sobre a freqüência de orgasmos parece ser ainda maior que outros fatores, como simetria corporal ou atratividade, apontados em estudos anteriores.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Leilão de Virgindade

O capitalismo parece ser sempre dinâmico na sua capacidade de transformar tudo ou quase tudo em mercadoria para ser consumida. Agora se vende até virgindade, imagina que pé as coisas então. Não estou aqui para julgar valores e nem muitos menos questionar as escolhas das pessoas, estou apenas apresentados fatos. Mas por lado, acho bastante problemático estes acontecimentos mercadológicos de todos os tipos que vêm ocorrendo neste mundo.

Americana que faz leilão da virgindade recusou US$ 1,5 milhão de brasileiro

Natalie Dylan, a norte-americana de 22 anos que está leiloando sua virgindade pela internet, recebeu um lance vindo do Brasil. “Ele me ofereceu US$ 1,5 milhão. É um dos maiores lances que já recebi!”, disse Natalie a ÉPOCA. “Mas ele queria que eu fosse até o Brasil. Acho que isso seria contra a lei.” Informada sobre a legalidade da prostituição no Brasil, Natalie reconsiderou. “Ah, é? Vou pesquisar melhor."


Até agora, mais de dez mil homens enviaram lances. Natalie os recebe por e-mail. Ela separa os lances mais altos e começa uma conversa com os pretendentes pela internet. Ela diz que não fará sexo necessariamente com aquele que pagar mais alto. A escolha dependerá da “química” entre eles. Também vai depender de uma ficha criminal limpa e de exames de sangue comprovando a ausência de doenças sexualmente transmissíveis. Natalie, por sua vez, diz já ter posto sua virgindade à prova ao passar por dois detectores de mentira. Ela afirma que se submeteria a um teste ginecológico caso o vencedor do leilão exija.

O lance mais alto, até agora, é de US$ 3,8 milhões (cerca de R$ 9 milhões), dado por um australiano. Natalie, uma mulher atraente e bem articulada, afirma ter tido dois namorados. “Claro que ficamos íntimos de algumas maneiras, mas eles foram legais e tiveram paciência comigo”, disse. No ano passado, lendo artigos sobre a relação econômica entre a virgindade e a prostituição, Natalie esbarrou no caso da modelo peruana Graciela Yataco. Em 2005, Graciela leiloou sua virgindade alegando que precisava do dinheiro para comprar remédios para seus país. Recebeu propostas de até US$ 1,5 milhão por sua primeira experiência sexual, mas acabou desistindo. “Achei uma grande oportunidade de negócio”, disse Natalie.

Outra inspiração foi sua irmã que, aos 21 anos, trabalhou três semanas num bordel para pagar seus estudos. “Eu sou pró-escolha”, disse Natalie. “Acho que homens e mulheres devem fazer o que quiserem com seus corpos”.

As duas irmãs fizeram faculdade juntas, num curso de graduação em ciências sociais voltado para o universo feminino. Ela afirma ter crescido numa família de situação financeira boa, até que seu padrasto “extorquiu todo o dinheiro”, deixando-as na bancarrota. “Isso definitivamente contribuiu para que nós aceitássemos nos prostituir. Eu não cresci querendo ser uma prostituta, mas também nunca vi a coisa negativamente”. Natalie diz que quer o dinheiro para fazer um mestrado em terapia familiar e conjugal.

O caso de Natalie mobilizou a mídia de todo o mundo. Ela já deu entrevistas nos canais de TV mais importante dos EUA e sentou-se no sofá do talk show da ex-modelo Tyra Banks. “Isso virou um American Idol da virgindade, todo mundo está literalmente votando para me dizer o que eu devo fazer”. Ela ainda pensa em transformar a experiência num livro - acadêmico. “O que está acontecendo é ótimo para os meus estudos”.

E o dia seguinte? O que mudará na vida de Natalie quando sua castidade tiver sido negociada? “No dia seguinte vou comer sushi com meus amigos”, disse Natalie, rindo. “Eu poderei proporcionar um nível maior de conforto para mim. Isso não quer dizer que serei uma pessoa melhor ou mais feliz. Só vai mudar esse pequeno aspecto: o conforto."

Quando perguntada se desistiria do leilão, como fez a modelo peruana Graciela, Natalie acha que talvez já tenha ido longe demais para voltar atrás. “Querem levar minha história para o cinema, só pela comoção. Obviamente, meu objetivo não era fazer sexo num bordel, mas me tornar estável financeiramente”. Diante do sucesso mundial e das propostas de negócio que não envolvem sexo, Natalie pondera se deve realmente ir para a cama por uma verdadeira fortuna. “Ainda estou avaliando o quanto podem oferecer pela minha história. É claro que eu não seria boba de vender a virgindade se eu não precisar do dinheiro".

Fonte: Época

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A dinâmica de Marx

PUBLIFOLHA: Conheça a obra visionária de Karl Marx e sua influência no mundo moderno; leia capítulo

Além da barba longa e grisalha, é incomum imaginar que o pensador alemão Karl Marx (1818-1883) guarde qualquer outra semelhança com o alquimista francês Nostradamus (1503-1566), conhecido por sua suposta capacidade de vidência. Mas, se o francês entrou para a história como um adivinho místico, o verdadeiro "profeta barbado" para "assuntos terrenos" parece mesmo ser o ateu convicto Karl Marx.

"O poder de previsão de Marx foi tão grande que o mundo em que vivemos acabou se tornando demasiado semelhante ao das tendências descritas por sua obra", afirma o professor de Teoria da História da USP Jorge Grespan. Ele é autor de "Karl Marx", novo volume da série Folha Explica, no qual apresenta e analisa de forma sintética as principais idéias da obra do autor --incluindo, claro, suas "profecias".

"O surgimento dos conglomerados financeiros e industriais; a irradiação da forma de mercadoria a quase todos os produtos e relações sociais; o predomínio crescente da especulação financeira sobre a criação de valores efetivos --tudo isso está em "O Capital", diz Grespan na introdução do livro, que pode ser lida abaixo.

Para o autor, uma das mais importantes colaborações da obra de Marx é "desmascarar" a noção de que o capitalismo e sua dinâmica social, de simultâneo progresso e destruição, sejam "naturais". "Marx não nega os fenômenos do mercado, das decisões individuais, da liberdade de movimento dos agentes econômicos; mas também não aceita que tais fenômenos sejam simplesmente dados naturais".

Ao explicar Marx e seus conceitos --de alienação, mercadoria, capital, a perspectiva dialética do capitalismo, o fetichismo, a ideologia, a crise e a revolução-- Grespan faz entender o dinheiro, o capitalismo e as relações sociais. O livro traz ainda uma cronologia sintética dos principais eventos da vida de Karl Marx e bibliografia das principais obras de Marx e sobre Marx publicadas em português.

Leia abaixo a introdução de "Karl Marx".

*

INTRODUÇÃO: UMA TEORIA CRÍTICA DA SOCIEDADE

Explicar o pensamento de Karl Marx (1818-83) não parece ser, à primeira vista, algo muito difícil. Afinal, ele queria ser entendido. Fazia parte de sua teoria que ela pudesse cooperar na transformação das condições da sociedade capitalista, sendo assimilada, discutida e posta em prática já pelos operários do seu tempo.

Por outro lado, seu poder de previsão demonstrou ser tão grande que o mundo em que hoje vivemos acabou se tornando demasiado semelhante ao das tendências descritas por Marx. O surgimento dos enormes conglomerados financeiros e industriais, invertendo a lógica da concorrência do século 19; o processo gradativo de substituição de mão-de-obra por máquinas cada vez mais sofisticadas; a irradiação da forma de mercadoria a quase todos os produtos e relações sociais; as crises econômicas; a política como manifestação de conflitos sociais distributivos; o predomínio crescente da especulação financeira sobre a criação de valores efetivos, com a conseqüente projeção para um futuro incerto de todos os preços e expectativas - tudo isso está em O Capital como tendência resultante dos processos então observados.

Explicar a obra de Marx, portanto, é tarefa que parece esbarrar no lugar-comum de situações consideradas hoje normais, a tal ponto que dispensam explicações.

Mas desmascarar esta normalidade, isto é, o modo com que condições sociais historicamente específicas se apresentam como eternas e naturais, é justamente um dos objetivos centrais de tal obra. Mais do que descritiva e explicativa, ela é uma teoria crítica da sociedade atual, descobrindo a correlação profunda entre as dimensões positiva e negativa de sua realidade. Inspira-se para tanto na dialética de Georg Hegel (1770-1831), cujo caráter idealista condena, conservando o que chamará de "núcleo racional".

Em poucas palavras: a dialética reproduz o movimento contraditório pelo qual algo se apresenta como o inverso do que é. Em sua versão hegeliana, de acordo com Marx, a dialética revelaria que, por trás da aparente diversidade das coisas, se oculta o oposto, a unidade essencial do mundo - descoberta de enorme poder consolador.

Na versão materialista de Marx, porém, a dialética mesma é invertida, e tem a função crítica de revelar a desigualdade social na base da igualdade de todos perante a lei, característica da sociedade civil moderna. A partir daí, é possível entender as decorrentes estratégias de inversão e de encobrimento pelas quais as relações sociais decisivas criam toda uma outra camada de realidade, com relações sociais opostas às da camada primeira. Assim, o implacável vínculo existente entre os indivíduos é de tal ordem que se manifesta como independência mútua desses indivíduos, como se entre eles o vínculo fosse tênue. Donde decorrem a sensação de liberdade e o individualismo exacerbado.

A igualdade, portanto, é determinada pela desigualdade; a liberdade individual, pelo nexo inexorável de relações de mercado. E tudo isso aparece como algo natural, que sempre foi e será como agora, para o que não há alternativa.

Mas esta normalização de condições muito específicas, esta naturalização de situações históricas, diz Marx, não é uma mera ilusão de ótica, e sim também resultado da maneira com que a sociedade capitalista se estrutura.

Com o conceito de "fetichismo", ele fornece uma explicação extremamente rica e fértil para tais processos, seguida e desenvolvida por importantes vertentes filosóficas e sociológicas do século 20.

A crítica social, por outro lado, tem como contrapartida a da sua teorização pelos economistas. Dedicado desde a juventude ao estudo da Economia Política, disciplina fundada no século 17, na Inglaterra das revoluções burguesas, Marx aqui contou com o estímulo e a colaboração de seu grande amigo Friedrich Engels (1820-95). Juntos escreveram vários textos; e na maturidade Engels continuou ajudando Marx em alguns pontos da grande obra sobre a economia moderna que este preparou durante longos anos. Tratava-se de apontar, nas lacunas teóricas das obras dos economistas, a atuação da realidade social mesma que eles explicavam sempre só parcialmente.

É que os processos mencionados acima produziam até no plano do pensamento uma visão individualista e naturalizada da economia dita de mercado.

A constatação de que esta visão não se enfraqueceu hoje em dia - ao contrário, tornou-se quase hegemônica - permite avaliar o quanto a crítica de Marx ganhou atualidade. Ela não nega os fenômenos do mercado, das decisões individuais, da liberdade de movimento dos agentes econômicos; mas também não aceita que tais fenômenos sejam simplesmente dados naturais, e procura revelar sua origem em uma camada da sociabilidade que se oculta neles como seu avesso.

Com isso, Marx obtém uma perspectiva muito mais abrangente e adequada da dinâmica social capitalista, de simultâneo progresso e destruição. De fato, já o Manifesto Comunista (de 1848) faz o diagnóstico eloqüente do tempo instituído pelo capital: "Essa subversão contínua da produção, esse abalo constante de todo o sistema social, essa agitação permanente e essa falta de segurança distinguem a época burguesa de todas as precedentes. Dissolvem-se todas as relações sociais antigas e cristalizadas, com seu cortejo de concepções e de idéias secularmente veneradas; as relações que as substituem tornam-se antiquadas antes de se consolidarem. Tudo o que era sólido e estável se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado".

Os capítulos a seguir procurarão desenvolver essas questões, apresentando a crítica de Marx desde o conceito de "alienação", elaborado ainda em sua juventude. Apesar do quase inevitável começo pelo começo, a abordagem não se conduzirá pelo fio condutor da biografia intelectual do autor, mas por um ordenamento de idéias, mais significativo para a compreensão do que interessa. A perspectiva dialética do capitalismo aí aparecerá pelos conceitos de fetichismo, ideologia, crise e revolução.

Fonte: Folha Online

sábado, 3 de janeiro de 2009

Consciência ecológica

Ano novo e vida nova, espero um bom ano com muita paz, amor e principalmente consciências ecológica. Geralmente no final do ano escutamos as pessoas desejando umas as outras, que o próximo ano seja bom pra ela com muita paz, saúde, sucesso e bastante dinheiro. Mas ninguém costuma pedir ou deseja que o novo ano tenha menos poluição do ar, menos destruição da floresta amazônica e da camada de ozônio, menos aquecimento global, e pergunto cadê a consciência ecológica desse povo?

A questão ambiental virou algo de vida ou morte, e lamentável ver que pessoas ainda se esquecem da situação crítica que virou este mundo. Culturalmente o ser humano não se habituou a pensar mais profundamente sobre a situação real que se transformou nosso o mundo. Espero que no final de 2009 as pessoas desejem umas as outras, muita consciência ecológico, pois precisamos mudar certos hábitos e adquirir novos, a partir do momento que começamos a pensar diferente passamos agir diferente.

Desejo a todos em 2009, muita consciência ecológica, sabedoria, bom senso e sempre novas idéias e é isso que transforma este mundo.


Autoria: Douglas Jeremias